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  1. 1

    Associations Between Dry Land Strength and Power Measurements with Swimming Performance in Elite Athletes: a Pilot Study

    Publicação
    por Morouço, Pedro
    Outros Autores: Neiva, Henrique; González-Badillo, Juan; Garrido, Nuno; Marinho, Daniel; Marques, MC
    Origem: uBibliorum
    The main aim of the present study was to analyze the relationships between dry land strength and power measurements with swimming performance. Ten male national level swimmers (age: 14.9 ± 0.74 years, body mass: 60.0 ± 6.26 kg, height: 171.9 ± 6.26, 100 m long course front crawl performance: 59.9 ± 1.87 s) volunteered as subjects. Height and Work were estimated for CMJ. Mean power in the propulsive phase was assessed for squat, bench press (concentric phase) and lat pull down back. Mean force production was evaluated through 30 s maximal effort tethered swimming in front crawl using whole body, arms only and legs only. Swimming velocity was calculated from a maximal bout of 50 m front crawl. Height of CMJ did not correlate with any of the studied variables. There were positive and moderate-strong associations between the work during CMJ and mean propulsive power in squat with tethered forces during whole body and legs only swimming. Mean propulsive power of bench press and lat pull down presented positive and moderate-strong relationships with mean force production in whole body and arms only. Swimming performance is related with mean power of lat pull down back. So, lat pull down back is the most related dry land test with swimming performance; bench press with force production in water arms only; and work during CMJ with tethered forces legs only.
    2011 artigo Portugal acesso aberto
  2. 2

    Análise do tempo sob tensão, volume total de treino, índice de fadiga e variáveis mecânicas no exercício supino reto realizado em diferentes intervalos de recuperação

    Publicação
    por Silva, Giullio César Pereira Salustiano Mallen da
    Origem: Oasisbr
    Objetivo: analisar o tempo sob tensão, volume total de treino, índice de fadiga e variáveis mecânicas no exercício supino reto com a utilização de diferentes intervalos de recuperação. Métodos: foram realizadas uma revisão sistemática e dois artigos experimentais para compreensão do tempo sob tensão (TST) no exercício supino reto e da sua relação com o uso de diferentes intervalos de recuperação (IR). Em cada estudo experimental foram aplicados dois protocolos de 5 séries com até 10 repetições máximas divididos em dois encontros, com entrada randomizada e com diferentes IR (1 minuto - C1M e 3 minutos - C3M). Foram registrados o TST e o número máximo de repetições (NR) para os dois artigos. No primeiro estudo experimental, foram calculados os valores de volume total de treino (VTT) e índice de fadiga (IF). Para o segundo estudo experimental, foram registradas as variáveis mecânicas trabalho total (TT), potência (POT) e velocidade média (VM). Resultados: a partir da revisão sistemática, foi possível observar que o TST pode variar de comportamento de acordo com a utilização de diferentes métodos e protocolos de treinamento usados pelos estudos incluídos. Dessa forma, a possível predição do TST na execução do exercício supino reto estaria conectada a maneira que esse exercício teria sido prescrito. O primeiro artigo experimental encontrou TST menor na série 5 (p<0,001) para C1M quando comparado a C3M, sem diferença significativa para as outras 4 séries. O NR para C1M foi menor quando comparado a C3M nas séries 3 (p=0,018), 4 (p=0,023) e 5 (p<0,001), sem diferença significativa nas séries 1 e 2. O IF foi maior para C1M (p<0,001); no entanto, VTT foi maior para C3M (p=0,007). O segundo artigo experimental demonstrou que o TST foi maior em C3M quando comparado a C1M na série 5 (p<0,001). NR foi maior para 3 minutos comparado a C1M nas séries 3 (p=0,016), 4 (p=0,021) e 5 (p<0,001). TT foi maior em C3M quando comparado a C1M nas séries 3 (p=0,005), 4 (p=0,007) e 5 (p<0,001). VM foi maior para C3M comparada a C1M nas séries 4 (p=0,029) e 5 (p<0,001). Para C3M, POT foi maior comparada a C1M nas séries 4 (p=0,044) e 5 (p<0,001). Conclusão: O comportamento do TST varia de acordo com a prescrição do exercício supino reto, porém, não é sempre que acompanha um padrão de comportamento relacionado ao NR. Essas diferenças encontradas entre as duas variáveis demonstra possíveis divergências na sua utilização como métricas de quantificação de volume de treinamento. Diferentes IR influenciaram a manutenção do TST e do NR ao longo das séries realizadas, embora C3M tenha demonstrado menor efeito negativo sobre o desempenho do que C1M. IR mais longos demonstraram maior capacidade de manter o VTT e menor efeito deletério acumulado pela fadiga. Ao longo da realização das séries, foi possível observar redução da VM do movimento, o que elucidou o possível motivo da divergência do comportamento entre o TST e o NR. O TT também reduziu ao longo das séries, possivelmente pela redução do NR realizadas.
    2023 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  3. 3

    O efeito agudo de dispositivos de oclusão dentária, com posição da mandíbula controlada, na força e potência em atletas treinados de rugby

    Publicação
    por Malaquias, Frederico Salgado Gama
    Atualmente, o uso de dispositivos de oclusão dentária, com particular destaque para os protetores bucais, são tipicamente utilizados como dispositivos de proteção com o objetivo de prevenir lesões orofaciais, sendo exigidos em diversas modalidades desportivas. Nos últimos anos, o uso destes dispositivos como forma de incrementar o rendimento na força tem sido tema de investigação, sendo que o mesmo é controverso. O objetivo deste estudo foi determinar se o protetor bucal, que reposiciona a mandíbula numa posição controlada tem algum efeito ergogénico na força e a potência em atletas. Vinte e dois jogadores amadores de rugby (idade=25±3,84 anos; altura=1,92±0,07 m; peso=93,91±11,99 kg) voluntariaram-se para a investigação. Cada participante realizou o teste de 1-RM no supino (113,20±16,83 kg) até determinar a sua carga máxima. Foi realizado o supino em lançamento a 40% de 1-RM (44,93±6,76 Kg) nas seguintes condições randomizadas: a) sem protetor bucal; b) protetor bucal controlado (mandíbula na posição cêntrica); c) protetor bucal não controlado e d) goteira. Os resultados demonstraram que os atletas, ao usar o protetor bucal controlado, apresentaram valores superiores de pico de força e pico de aceleração comparativamente com a condição sem protetor bucal (p< 0.05). Deste modo, os resultados sugerem que o protetor bucal controlado pode melhorar alguns parâmetros de força em exercícios balísticos, em atletas saudáveis.
    2019 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  4. 4

    Are sEMG, velocity and power influenced by athletes’ fixation in paralympic powerlifting?

    Publicação
    por Guerra, Ialuska
    Outros Autores: Aidar, Felipe J.; Greco, Gianpiero; Almeida-Neto, Paulo Francisco de; Candia, Michele De; Cabral, Breno Guilherme de Araújo Tinoco et al.
    The bench press is performed in parapowerlifting with the back, shoulders, buttocks, legs and heels extended over the bench, and the use of straps to secure the athlete to the bench is optional. Thus, the study evaluated muscle activation, surface electromyography (sEMG), maximum velocity (MaxV) and mean propulsive velocity (MPV), and power in paralympic powerlifting athletes under conditions tied or untied to the bench. Fifteen experienced Paralympic powerlifting male athletes (22.27 10.30years, 78.5 21.6kg)tookpartintheresearch. The sEMGmeasurementwasperformed in the sternal portion of the pectoralis major (PMES), anterior deltoid (AD), long head of the triceps brachii (TRI) and clavicular portion of the pectoralis major (PMCL). The MaxV, MPV and power were evaluated using an encoder. Loads of 40%, 60%, 80% and 100% 1RM were analyzed under untied and tied conditions. No differences were found in muscle activation between the tied and untied conditions; however, sEMG showed differences in the untied condition between AD and TRI (F (3112) = 4.484; p = 0.005) in the 100% 1RM load, between PMCL and AD (F (3112) = 3.743; p = 0.013) in 60%1RMloadandinthetied condition, between the PMES and the AD (F (3112) = 4.067; p = 0.009). There were differences in MaxV (F (3112) = 213.3; p < 0.001), and MPV (F (3112) = 248.2; p < 0.001), between all loads in the tied and untied condition. In power, the load of 100% 1RM differed from all other relative loads (F (3112) = 36.54; p < 0.001) in both conditions. The tied condition seems to favor muscle activation, sEMG, and velocity over the untied condition.
    2022 artigo Portugal acesso aberto
  5. 5

    The effect of concurrent resistance training on upper body strength, sprint swimming performance and kinematics in competitive adolescent swimmers: a randomized controlled trial

    Publicação
    por Amara, Sofiene
    Outros Autores: Barbosa, Tiago M.; Negra, Yassine; Hammami, Raouf; Khalifa, Riadh; Chortane, Sabri Gaied
    This study aimed to examine the effect of 9 weeks of concurrent resistance training (CRT) between resistance on dry land (bench press (BP) and medicine ball throw) and resistance in water (water parachute and hand paddles) on muscle strength, sprint swimming performance and kinematic variables compared by the usual training (standard in-water training). Twenty-two male competitive swimmers participated in this study and were randomly allocated to two groups. The CRT group (CRTG, age = 16.5 ± 0.30 years) performed a CRT program, and the control group (CG, age = 16.1 ± 0.32 years) completed their usual training. The independent variables were measured pre-and post-intervention. The findings showed that the one-repetition maximum bench press (1RM BP) was improved only after a CRT program (d = 2.18; +12.11 ± 1.79%). Moreover, all sprint swimming performances were optimized in the CRT group (d = 1.3 to 2.61; −4.22 ± 0.18% to −7.13 ± 0.23%). In addition, the findings revealed an increase in velocity and stroke rate (d = 1.67, d = 2.24; 9.36 ± 2.55%, 13.51 ± 4.22%, respectively) after the CRT program. The CRT program improved the muscle strength, which, in turn, improved the stroke rate, with no change in the stroke length. Then, the improved stroke rate increased the swimming velocity. Ultimately, a faster velocity leads to better swim performances
    2021 artigo Portugal acesso aberto
  6. 6

    The effects of altering the concentric/eccentric phase times on EMG response, lactate accumulation and work completed when training to failure

    Publicação
    por Gustavo Ferreira Pedrosa
    Outros Autores: Sandra Carvalho Machado; Rodrigo Cesar Ribeiro Diniz; Lucas Túlio; Hugo César Martins Costa; Andre Gustavo Pereira Andrade et al.
    Origem: Oasisbr
    CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
    2023 artigo Brasil acesso aberto
  7. 7

    Energy expenditure during multiple sets of leg press and bench press

    Publicação
    por Magosso, Rodrigo Ferro
    Outros Autores: Da Silva Junior, Autran José; Neto, Arthur Paiva; Neto, José Campanholi; Baldissera, Vilmar
    Origem: Oasisbr
    The purpose of this study was to quantify energy expenditure (EE) during multiple sets of leg press (LP) and bench press (BP) exercises in 10 males with at least 1 yr of resistance training (RT). The subjects underwent two sessions to determine 1 repetition maximum (1RM) on the BP and LP and one protocol consisting of a warm up and 4 sets for 10 repetitions at 70% 1RM with a 3-min rest period between sets for each exercise. Energy expenditure was calculated as the sum of oxygen uptake (aerobic component), EPOC, and lactate production (anaerobic component). There were no significant differences in EE between exercises for sets 1 to 4 and the total energy expended. However, statistical analysis revealed a significant difference (P<0.05) between exercises in RT economy (BP, 0.0206 ± 0.0044 kcal·kg-1 vs. LP, 0.0051 ± 0.0015 kcal·kg-1). Within exercise comparison showed set 4 was significantly different from sets 1 and 3 for BP, and for LP a significant difference was found between set 4 and sets 1, 2 and 3. Our results point to an increase in EE during multiple sets at 70% 1RM and show that in spite of the difference in muscle mass involved and total work done during each type of exercise, EE was not different due to greater economy during the LP.
    2014 artigo Brasil acesso aberto
  8. 8

    A influência da envergadura na carga máxima do supino reto

    Publicação
    por Nunes, André Alves Rodrigues
    Origem: Oasisbr
    UFU - Universidade Federal de Uberlândia
    2018 trabalho de fim de curso Brasil acesso aberto
  9. 9

    Análise eletromiografica do peitoral maior e do deltóide anterior no supino reto com barra

    Publicação
    por Vogel, Matheus
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Gisely Teixeira (gisely.teixeira@uniceub.br) on 2017-04-28T18:41:43Z No. of bitstreams: 1 21175986 (2).pdf: 1541428 bytes, checksum: 68c931ea036fd0f119f952ab58d90a53 (MD5)
    2017 trabalho de fim de curso Brasil acesso aberto
  10. 10

    Efeitos de um programa de treino combinado de três métodos de força em jovens adultos

    Publicação
    por Costa, Vera Sofia Broa
    A eficácia do treino de resistência (TR) para melhorar a força e hipertrofia muscular, velocidade de movimento, potência e resistência muscular são amplamente reconhecidas e existem diversas estratégias de o desenvolver. Assim, é importante avaliar a eficácia de um método de treino que utiliza a combinação de três métodos de treino de força com cargas médias. A avaliação das variáveis em estudo foi efetuada através do método 1RM com recurso ao equipamento T-Force. A amostra foi composta por 19 sujeitos, 9 afetos ao grupo experimental (47.4%) e 10 ao grupo de controlo (52.6%). A média de idades era de 20.3 anos, variando entre um mínimo de 18 e um máximo de 24 anos. A maioria era do género masculino (89.5%). Os testes χ2, regressões lineares múltiplas e regressão logística foram utilizados como análise estatística para grupos equivalentes em termos de género (p = .211) e de idade (p = .079). Na comparação das diferenças entre os valores iniciais e os valores finais, entre o grupo experimental e de controlo encontraram-se as seguintes diferenças estatisticamente significativas mais elevadas no grupo experimental relativamente à carga (kg, Z = -2.733, p = .006), no supino plano à carga máxima (RM, Z = -2.085, p = .037) na SQ (Z = -2.123, p = .034) e no RM do agachamento relativamente à carga (Kg, Z = -2.336, p = .019) a diferença entre os valores iniciais e finais é significativamente mais elevada no grupo experimental (15.78 vs 0.70). O protocolo aplicado proporcionou melhoria na aptidão física e na força máxima dos jovens adultos.
    2022 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto