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O osso e o sopro: uma introdução à teoria da pintura chinesa do período das Seis Dinastias
Publicationby Schachter, Bony BragaOrigin: OasisbrA presente pesquisa trata da formação da teoria da pintura durante o período das Seis Dinastias, que ocupa o período que vai do ano 229 ao ano 589 da era presente. São discutidos quatro teóricos principais: Gu Kaizhi, Zong Bing, Wang Wei e Xie He. Além disto, apresentamos uma tradução diretamente do chinês para os textos de cada um dos autores analisados. No decorrer de nossa análise tentaremos demonstrar os elos de continuidade existentes entre os diversos teóricos, baseando-nos nas evidências textuais. Além disto, enfatizaremos o fato de ser este o período em que se forma a teoria da pintura chinesa. O período inicial da história dessa teoria é o tema desta pesquisa -
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Aquarelas e desenhos de Sophia Jobim: análise e catalogação comentada
Publicationby Almeida, Graciana Pereira deOrigin: OasisbrEsta dissertação tem como foco analisar, discutir e catalogar, de forma comentada, desenhos e aquarelas de indumentárias históricas europeias dos séculos XV, XVI e XVII por Sophia Jobim, realizadas entre os anos de 1940 e 1960. A coleção, atualmente, encontra-se no Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro. O conjunto é digno de menção, e sem nenhum precedente no âmbito brasileiro. Nesta dissertação, pontualmente, trago diálogos entre os campos das artes visuais, da indumentária e da história da arte. Ademais, proponho uma catalogação comentada parcial dos desenhos e aquarelas dos séculos selecionados, no intuito de apresentar um discurso teórico e imagético de forma a contribuir para o campo da Indumentária no âmbito brasileiro -
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Recordações celtas e medievais na pintura de Graça Morais
Publicationby Duarte, EduardoA excecional e vasta obra plástica de Graça Morais evoca universos conceptuais e plásticos ligados à memória, à Antropologia e ao sagrado, entre outros. Neste texto, estabelecer-se-ão determinadas referências entre o desenho e a pintura de Graça Morais com a História da Arte, mais concretamente com a Arte Celta e a Medieval. Desde as máscaras e retratos até às composições pictóricas próximas das iluminuras, passando por obras que lembram a pintura portuguesa do século XV ou a própria utilização de cores, é possível detetar na produção de Graça Morais diálogos com obras de tempos passados, significando que o trabalho artístico é um permanente confronto com criações, memórias, espaço e tempo. -
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Joana de Trastámara (1462-1530): legitimidade, debate sucessório e imagens de poder nas relações Luso-Castelhanas
Publicationby Pinto, Vitor Manuel InácioEsta tese de doutoramento reconstrói a trajetória de Joana de Trastámara (1462-1530), cognominada a “Excelente Senhora” ou “la Beltraneja”, através de uma investigação multi- e interdisciplinar ancorada em dois campos convergentes: História e História da Arte. Partindo de uma análise comparada das crónicas castelhanas e portuguesas, o trabalho problematiza as estratégias de legitimação e deslegitimação que marcaram a disputa sucessória após a morte de Henrique IV, detalhando a atuação de Joana, de Isabel a Católica e de D. Afonso V ao longo da guerra de 1474-1479 e dos tratados de Alcáçovas-Toledo e das Terçarias de Moura. Paralelamente, mobiliza metodologias da História da Arte para examinar os artefactos visuais – arquitetura palatina, numismática, manuscritos iluminados, genealogias figuradas e patronato conventual – que serviram de propaganda à causa de Joana e moldaram a memória iconográfica da princesa até ao romantismo oitocentista. Os capítulos centrais articulam fontes escritas, objetos e espaços, iluminando a casa institucional de Joana, os seus testamentos, os itinerários peninsulares, os projetos matrimoniais falhados, bem como a profissão como clarissa no mosteiro de Santa Clara, em Coimbra. O cruzamento de fontes coevas sejam elas crónicas ou documentos avulsos e iconográficos permitiu-nos demonstrar como a Joana de Trastámara, embora derrotada, foi agentiva na construção da sua própria imagem e no diálogo artístico luso-castelhano pelos finais do século XV e que perdurou até meados do século XVI. Ao reunirmos a crítica documental e análise aturada à estética arquitetónica e pictórica, a tese oferece a primeira síntese que integra, de forma equilibrada, problemáticas historiográficas e visuais, contribuindo para o reavaliar do poder feminino na transição do medievo para a modernidade ibérica e enriquecendo o diálogo internacional sobre dinastias ibéricas contemporâneas. -
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A influência da estética da porcelana chinesa no design e produção de porcelanas portuguesa no séc. XVIII e XIX: um estudo comparativo sobre serviços de chá
Publicationby Lopes, Liliana Filipa TeixeiraO chá e a porcelana são dos bens mais icónicos comercializados pela China. Tanto o chá como a porcelana cativaram rapidamente os mercados e impactaram as culturas às quais chegaram e a Europa não foi exceção. Do contacto e do fascínio com a China nasceu na Europa a chinoiserie, um movimento estético e artístico. Durante o auge da chinoiserie deu-se um consumo elevado destes bens exóticos dando origem a fenómenos como o ‘chá das cinco’ e a ‘febre da porcelana’. O serviço de chá apresenta-se como a junção perfeita entre estes dos bens comerciais. Através de uma análise dos serviços de porcelana chineses chegados à Europa podemos compreender mais acerca dos gostos e tendências artísticas bem como depreender a evolução dos hábitos de consumo de chá. Portugal, responsável por trazer inicialmente a porcelana e o chá para a Europa, foi o país que menos explorou o seu potencial comercial, e também o país que desenvolveu mais tarde a sua produção nacional de porcelana. Tomando o serviço de chá como objeto de estudo, esta dissertação pretende procurar os vestígios de influências estéticas chinesas nas produções iniciais de porcelanas portuguesas, levadas a cabo pela fábrica da Vista Alegre. -
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Ambientes decorativos românticos em casas nobres do Norte de Portugal : expressões oitocentistas e sua permanência até ao século XX
Publicationby Osório, Helena Cristina Afonso de AzevedoOs ambientes decorativos onde todas as artes se harmonizam, integram-se num quase esquecimento. Alguns ambientes do Romantismo por nós estudados chegaram intactos aos dias de hoje. Infelizmente, outros foram vítimas de partilhas entre herdeiros e da insustentável manutenção das grandes casas. Frisamos bem a reforma inevitável nos ambientes do século XIX porque a mudança de hábitos tornou imprescindíveis novos compartimentos temáticos e objectos multifacetados para os decorar. O respeito pelos ambientes românticos não foi o esperado, até porque a fugaz evolução de gosto, aliada às contingências da sociedade de consumo, arrasou a sua autenticidade. O facto de serem revivalistas pôs em causa a antiguidade. Vamos procurar entendê-lo através dos ambientes românticos apresentados, pois terá chegado a altura de melhor olhar este «estilo novo» ainda considerado de gosto duvidoso e cuja inspiração proveio dos ambientes régios. No Norte de Portugal, não faltam casas com ambientes característicos deste período. Pena que não se dê o valor da história a um Romantismo que se mantém vivo. As artes oitocentistas vão buscar influências a todas as épocas, recriando o passado mais remoto, com o saber artístico, sócio-cultural e já industrializado de então. É esta aprendizagem que nos interessa focar, na medida em que mudou o rumo do estar, viver e sentir a partir de um recuo feito até à Idade Média. Repensando a existência, retirando e acumulando saberes anteriores, o século XIX evoluiu como o resumo das artes e ciências com interpretação própria. Compreendemo-lo não apenas no contexto de ser a grande era das mudanças e invenções mas, quase isolado, à mercê dos olhares e especiais sentires de cada indivíduo inserido numa dada família e camada social. A região pode fazer a diferença e não por acaso nos debruçamos sobre ambientes de casas nobres do Norte de Portugal. Parece-nos óbvio que a região acima do rio Douro, historicamente mais fechada e isolada na sua vida privada – sem esquecermos toda a zona duriense e Beira Alta –, tem melhor conservado valores e tradições ancestrais no seio das suas famílias nobres. Pela velocidade das modas, circulação de bens e famílias, adesão a estrangeiros e estrangeirismos, centralização do poder, Lisboa acabou por ser penalizada no que respeita a ambientes oitocentistas intactos. Resta-nos como referência a decoração do Palácio Nacional da Ajuda, provavelmente única no género pois até a decoração do Palácio das Tulherias foi destruída pela comuna de Paris em 1871. Sem esquecer o Palácio da Pena, considerado em 2007 uma das maravilhas de Portugal, o que atesta a popularidade actual destes ambientes. Em casas civis, os ambientes continuam abertos ao estudo não se distanciando do comportamento, gosto e viver de uma sociedade sensível ao mais variado tipo de manifestações artísticas. As casas apresentadas distinguem-se entre rurais e urbanas, sendo mistas em alguns casos, na medida em que confirmamos que «não há uma família urbana como não há uma família rural». As casas nobres de Guimarães têm algum destaque nesta nossa dissertação pois, inicialmente, pensamos debruçar-nos sobre ambientes vimaranenses em exclusivo. A abundância, originalidade e riqueza histórico-artística de exemplos a Norte do rio Douro fizeram alterar o nosso rumo, que se estendeu a outras localidades. A nossa dissertação serve de homenagem ao movimento romântico e de elogio àqueles que respeitam a sua memória, continuando a amar os ambientes destas casas, erigidas ou apenas intervencionadas em Oitocentos, que encontramos descritas nos romances e opiniões de escritores notáveis como António Augusto Teixeira de Vasconcellos, Camilo Castello Branco, Eça de Queiroz. São eles que perpetuam os modos, gentes, vivências, preconceitos (e conceitos), aromas de tempos onde o passado nunca ficou perdido. Partindo do geral, e de uma caracterização abrangente, destacamos seis dos exemplos que nos pareceram relevantes em termos de ambientes decorativos românticos em casas nobres susceptíveis de exercerem uma influência relevante na época. Num plano mais específico e estrito, estudamos ambientes de outras casas, dispersas pelo Norte português, aos quais fazemos referência. Acresce ao interesse destes espólios, característicos do acervo de famílias de nobresa fidalga e burguesa (alguns dos quais já desmantelados), a descrição de bens – o que nos transporta para a realidade das grandes casas da Nobreza da Corte, fazendo apelo para uma nobreza em ascensão desde a segunda metade do século XVIII. Após a pesquisa de casas nobres, destacamos tanto ambientes preservados como recentemente desmantelados com partilhas. Consideramos as casas de Villar d` Allen e Visconde da Gândara (no Porto), Carmo, S. Cipriano e Sezim (em Guimarães) e Boavista (em Ponte da Barca), como exemplos a relevar. Villar d` Allen, apesar de ter sido remodelada inicialmente por João Allen, foi seu filho, Alfredo Allen, 1.º Visconde de Villar d’ Allen, que a transformou no museu vivo de curiosidades ligadas à família e de naturalia, que se mantém. De todas as estudadas, Villar d’ Allen é, porventura, uma das mais românticas na medida em que conserva todas as memórias e intervenções. A casa neoclássica erigida, no Porto Oriental, pelo 1.º Visconde da Gândara apresentava já aquecimento central por meio de caldeiras num piso subterrâneo. A Casa do Carmo, ligada à família dos condes de Margaride, em Guimarães, e que recebeu os últimos reis de Portugal, encontra-se despida do seu recheio, que dispersou pela família. (Infelizmente, sofreu obras recentes que desvirtuaram os seus interiores.) No mesmo concelho, Nicola Bigaglia (1841-1908) foi chamado a intervir em São Cipriano depois de projectar a casa que é hoje conhecida por Museu da Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira. Ao medievalismo primitivo acrescentou estéticas decorativas e arquitectónicas já enraizadas num Romantismo maduro que influenciou as primeiras décadas do século XX. Comparamo-la à Quinta de Pindela, cuja casa sofreu um último restauro e alargamento em 1885, operados pelo 2.º Visconde de Pindella, amigo pessoal de João Santiago (senhor de S. Cipriano) e pai de D. Júlia do Carmo, casada com um filho do 1.º Conde de Margaride que remodelou a casa para receber as Majestades. Também em Guimarães, distinguimos a possível contribuição do gosto de Auguste Roquemont (1804-1852) no papel de parede dos salões da Casa de Sezim. Este artista passou grandes estadas na referida localidade, deixando a sua marca por várias habitações que visitava como amigo e filho bastardo de um príncipe alemão. Já os ambientes da Casa da Boavista, em Ponte da Barca, foram concebidos em finais do século XIX por Bento Malheiro Pereira Pita de Vasconcelos, 4.º Visconde da Carreira. Apresentam gosto inglês, aparentado com Villar d’ Allen, sendo uma sua característica a farta luz proveniente das amplas aberturas que permitem o convívio com a natureza. A inspiração proveio da Casa da Carreira, dos Távora de Viana do Castelo, actualmente sede da Câmara Municipal. As obras oitocentistas foram realizadas em simultâneo, tendo os proprietários recorrido aos mesmos artífices. Nesta nossa dissertação importa-nos focar, como um todo, as artes decorativas no domínio privado que circulavam dos interiores para os exteriores com alguns elementos que permaneciam de tempos passados em viagem até à Idade Média. Foram elas produzidas em Portugal do século XIX e, já antes na Europa, pois a realidade nacional é sempre um reflexo tardio das tendências europeias. Se bem que, nesta época, muitos casos havia em que a moda ditada em Paris era logo seguida em Portugal. O expor bem, no sentido estético e na vontade de reter o olhar, não era significativo. O expor muito passou a ser um ideal – como acontece em Villar d` Allen, onde se voltou a constituir um pequeno museu de peças íntimas e memórias vivas, em homenagem a João Allen. Nos jardins, encontramos casas de fresco que se enquadram na arquitectura paisagística de formas ora geométricas ora pretensamente espontâneas. Salientamos os jardins labirínticos setecentistas do Paço de S. Cipriano, adaptados ao gosto romântico. A sua Casa de Manteiga é mesmo de arquitectura de raiz renascentista. Foi transportada para junto do tanque setecentista, com aranhões em forma de leão, em inícios do século XX. Nos próprios arbustos ou espécies arbóreas, talham-se esconderijos semelhantes a grutas onde se serviam bebidas exóticas como chá, café e chocolate. Os jardins e mata de Villar d` Allen, formados a partir de várias quintas, estão mais relacionados com o espírito romântico com percursos sinuosos, quase selvagens, pontuados por elementos arquitectónicos. Os jardins de Sezim ficam mais próximos deste ideal inglês onde as instalações da natureza, na natureza, beneficiavam de maior liberdade. De entre as espécies exóticas ressalvamos as cameleiras ou japoneiras trazidas para Portugal desde os Descobrimentos (primeiro da China, depois do Japão) que resultaram em espécies com nomes portugueses, como em Villar d’ Allen. Em termos dos arquivos existentes nas casas abordadas, deparamos com uma situação lacunosa. Não podemos afirmar que a documentação escasseie, pois a maior parte das casas estudadas tiveram a fortuna de se manterem no seio das mesmas famílias e de serem estimadas. No século XIX e inícios do século XX, havia uma real preocupação em acumular memórias e documentos (cartas, postais, recibos, cadernos de contas) e, destes arquivos desorganizados, dispersaram documentos fundamentais. Concluímos que tudo se interliga. Os artistas e executantes circulavam, apropriando-se de exemplos públicos e transpondo-os nos particulares. Os donos das casas mantinham relações com troca de saberes. Infelizmente, a maior parte dos estudos realizados e que importa concluir não cabe no tempo e espaço da presente dissertação, pelo que nos limitaremos a uma imagem de gosto (ou gostos) e ideais artísticos que sublinham a função social e cultural destes ambientes. -
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Sagres' saga. Monument in the landscape, or landscape as monument?
Publicationby Abreu, José GuilhermeWith this text we intend to discuss the main theoretic issues connected to the problems of the conception and approval of public sculpture monumental projects, raised by of a series of four official competitions that were launched in Portugal, between 1933 and 1988, aiming to build a monument alluding to Prince Henry the Navigator, to be erected in Sagres Promontory, in the extreme south-west corner of the country. Covering a period of more than fifty years, because they retain the same thematic focus, these sequential competitions allows us to put in perspective the evolution and the involution, as well as the gaps and the links between the successive programs, and the winning solutions of each edition -
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The image of Soares dos Reis’ sculpture in art hitory, art criticism and literature: epochs, models and representations
Publicationby Abreu, José GuilhermeOther Authors: Carvalho, Salomé; Bordalo, Rui; Vieira, EduardaA hundred thirty years after his dramatic death, António Soares dos Reis (ASR) remains a huge challenge for art history understanding and art criticism interpretation, since he has been seen simultaneously as “a Greek, […] a realist, […] a classical, […] and a naturalist” (Arroyo, 1899: 78). His major sculpture – O Desterrado – being “an existential work” (França, 1966: 454) escapes from the classic orthodox aesthetic analysis, standing apart from the typical sculptural work of late 19th century. Our hypothesis is that ASR art works like a Rorschach test, for the narratives referred to it, instead of unveiling its character, reveal the concepts and beliefs upon which successive art studies have been produced. No visual images are displayed in this text, since the aim of our study is to detect the mental images associated to the insights and models that art historians and other authors traditionally used to assess ASR’s artistic work. -
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Teto da Igreja do Carmo de Itú: original ou apenas diferente?
Publicationby Araújo, Maria Lucília ViveirosOrigin: OasisbrMário de Andrade consagrou sua crítica à composição da pintura do teto da igreja do Carmo de Itu: avaliou-a como inédita, popular e brasileira. A seu ver, Padre Jesuíno do Monte Carmelo inovava por desconhecer as regras acadêmicas. Proponho inverter esse ponto de vista: pode-se concluir que, pelo contrário, o teto do Carmo de Itu representava uma tendência geral de simplificação e introdução de guirlandas. Essa tendência era veiculada pelas publicações leigas ou religiosas portuguesas. -
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I am a man : a evidência das coisas não vistas
Publicationby Silva, Ana Carolina Carvalho Vigorito, 1987-Origin: OasisbrOrientador: Gabriel Ferreira Zacarias
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