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  1. 1

    Desenvolvimento de um sistema em fluxo lateral para o diagn??stico de mal??ria causada por Plasmodium falciparum

    Publicação
    por Mari??ba, Luis Andr?? Morais
    Origem: Oasisbr
    Submitted by Divis??o de Documenta????o/BC Biblioteca Central (ddbc@ufam.edu.br) on 2016-09-20T13:09:53Z No. of bitstreams: 1 Reprodu????o N??o Autorizada.pdf: 47716 bytes, checksum: 0353d988c60b584cfc9978721c498a11 (MD5)
    2016 tese de doutoramento Brasil acesso aberto
  2. 2

    Avaliação da função endotelial em pacientes portadores de Artrite Reumatoide antes e após terapia com Tocilizumabe

    Publicação
    por Freitas, Bruno Cesar Bacchiega de
    Origem: Oasisbr
    A artrite reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica que acomete 0,5 a 1% da população brasileira. Estima-se que o risco de morte cardiovascular seja dobrado nos pacientes com AR, quando comparados a indivíduos de mesma idade e fatores de risco para doença aterosclerótica. Essa associação se justifica, pelo menos em parte, pela natureza inflamatória de ambas as condições. A propriedade pró-inflamatória da interleucina-6 parece ter um papel central na aterogênese. Nos ensaios clínicos com o bloqueador do receptor da interleucina 6 (tocilizumabe - TCZ) em pacientes com AR, observa-se melhora da atividade clínica e laboratorial da artrite, porém com aumento dos níveis plasmáticos de colesterol total, triglicerídeos, low density lipoprotein (LDL) e high density lipoprotein (HDL), achado este ainda de significado prognóstico incerto. Os objetivos principais deste estudo foram avaliar a função endotelial e o perfil lipídico de pacientes de AR com atividade de doença moderada ou grave, no início e na 16ª semana de terapia com TCZ. Trata-se de um estudo de coorte observacional, prospectivo, avaliando pacientes maiores de 18 anos, de ambos os gêneros, com AR, com indicação de uso de TCZ ou medicamentos antirreumáticos modificadores da doença (metotrexato-MTX ou leflunomida-LEF) (grupo controle). Os critérios de exclusão foram: síndrome coronariana aguda nos últimos 3 meses e hipertensão descontrolada (PAS >160 mmHg ou PAD ≥110mmHg). A avaliação da função endotelial foi realizada pela medida da dilatação mediada por fluxo (FMD). Foram incluídos 31 pacientes, sendo que 17 receberam infusões mensais de TCZ (8mg/kg), a cada quatro semanas, seis MTX (15 a 20mg/semana) e oito LEF (20mg/dia). A média da variação da FMD antes da primeira infusão do TCZ foi de 3,12% e na décima sexta semana foi de 6,42% (p=0,03). No grupo controle, a FMD variou de 2,54% para 4,79% (p=0,55). Na décima sexta semana foi observada, também, elevação significativa da mediana das concentrações plasmáticas do colesterol total (191 a 240 mg/dl p=0,006), LDL (111 a 149 mg/dl p=0,049), relação CT/HDL (3,29 a 3,56 p=0,039) e triglicerídeos (80 a 142 mg/dl p=0,001) no grupo TCZ. Nesse mesmo período de tempo, não houve alteração significativa no lipidograma do grupo controle. Em conclusão, na 16ª semana de uso do TCZ, houve melhora significativa da função endotelial, porém, com piora do perfil lipídico. O significado prognóstico cardiovascular desses achados, entretanto, não está estabelecido.
    2021 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  3. 3

    Therapeutic monoclonal antibodies: scFv patents as a marker of a new class of potential biopharmaceuticals

    Publicação
    por Pucca, Manuela Berto
    Outros Autores: Bertolini, Thaís Barboza; Barbosa, José Elpidio; Galina, Simone Vasconcelos Ribeiro; Porto, Geciane Silveira
    Origem: Oasisbr
    Anticorpos monoclonais representam a classe de maior crescimento em produtos de biofármacos e possuem várias aplicações em pesquisa médica, diagnóstico, terapias e ciência básica. A produção de anticorpos monoclonais recombinantes revolucionou a geração de imunoglobulinas e sua utilização implica em avanço estratégico, afetando o mercado farmacêutico global de proteínas terapêuticas. No presente trabalho, uma revisão sobre scFv e a relação do seu número de patentes foi analisada. Os resultados mostram que vários países apresentam patentes de scFv com destaque para os Estados Unidos, China e Reino Unido. Os alvos desses anticorpos também foram avaliados e as análises revelaram que a maioria é destinado a terapias contra o câncer.
    2011 artigo Brasil
  4. 4

    Caracterização funcional do anticorpo monoclonal humano BH1

    Publicação
    por Catalão, Dianne Marie Barroso
    Embora, existam novas terapias e avanços no tratamento do cancro, por vezes, os benefícios esperados não são alcançados. O drama humano de quem vive diariamente com esta doença, o alto custo, económico e sociall comprova a pertinência em desenvolver novos estudos para encontrar terapias alternativas, eficazes e inovadoras para o tratamento das doenças neoplásicas, como os Anticorpos Monoclonais Humanos. Moléculas HLA classe II têm sido consideradas como uma boa molécula-alvo para o uso na imunoterapia, devido à sua alta expressão em algumas células de leucemia e linfoma. Recentemente, alguns anticorpos monoclonais anti- HLA classe II, foram desenvolvidos, como Hu1D10 (humanizado) e Ch-Lym1 (quimérico). O grupo de Imunologia da Universidade de Vigo (Espanha), tem obtido vários anticorpos Monoclonais Humanos usando ratos transgénicos, como o anticorpo BH1 que reconhece a molécula HLA-II. Este anticorpo actua muito eficientemente na presença de complemento, frente a células tumorais, matando-as, o que sugere que ele poderia ser um potencial agente no tratamento de várias doenças malignas. O principal objectivo do estudo foi determinar se o anticorpo BH1 poderia activar outros mecanismos anti-tumorais, principalmente modificar o crescimento celular e activar a fagocitose. Os nossos resultados indicam que o efeito de BH1 sobre linhas de células B, originam um crescimento tumoral diferente de outros anti-anticorpos HLA classe II (Ch-Lym1) e a capacidade de BH1 para activar a fagocitose "in vitro" é menor do que a capacidade do Ch-Lym1. Portanto, sugerimos a mudança do isótipo IgM do BH1 para um isótipo IgG humano que poderá melhorar a sua aplicação em terapias humanas. ABSTRACT: Although, there are new therapies and advances in the cancer treatment, sometimes the benefits expected are not produced. The human drama who lives daily with this disease, the high cost, economic and social; proves the evidence to develop new studies to find alternative, effective and innovative therapies to the neoplasic diseases treatment, like Human Monoclonal Antibodies. HLA class II molecules have been considered as a good target molecule for use in immunotherapy because of their high expression in some leukemia and lymphoma cells. Recently, some monoclonal antibodies anti-HLA class II have been developed, like Hu1D10 (humanized) and Ch-Lym1 (chimeric). The Immunology group of University of Vigo (Spain) has obtained several Human monoclonal antibodies using transgenic mice, like BH1 that recognizes the molecule HLA-II. This antibody kills very efficiently tumour cells in presence of human complement, suggesting that it could be a potential agent in the treatment of several malignancies. The main objective of our study was to determine if BH1 antibody could activate other anti-tumour activities, mainly modify the cellular growth and activate phagocytosis. Our results indicate that the effect of BH1 on tumoral B cell lines growth is different to other anti-HLA class II antibodies (Ch-Lym1) and the ability of BH1 to activate phagocytosis “in vitro” is lower than the Ch-Lym1 activity. So, we suggest that the isotype changing of BH1 to human IgG could improve its application in human therapy.
    2008 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  5. 5

    Terapias biológicas no tratamento da leucemia linfoblástica aguda : eficácia e segurança

    Publicação
    por Pires, Mariana Neves
    A leucemia linfoblástica aguda é uma neoplasia hematológica caracterizada pela proliferação de células linfoides imaturas na medula óssea, sangue periférico e outros órgãos. Atualmente é o cancro mais comum em doentes pediátricos e apresenta taxas de sobrevivência de 90% em crianças e 40% em adultos com mais de 40 anos. Um diagnóstico completo da leucemia linfoblástica aguda inclui uma avaliação molecular e citogenética e imunofenotipagem bem como, a avaliação dos sinais e sintomas do doente. É necessária a presença de pelo menos 20% de linfoblastos na medula óssea e sangue periférico como critério para distinguir leucemia linfoblástica aguda de linfoma linfoblástico. A terapia convencional para a leucemia linfoblástica aguda inclui protocolos intensivos de quimioterapia divididos em várias etapas: indução, profilaxia do sistema nervoso central, consolidação e manutenção. Alguns doentes acabam por prosseguir para transplante de células tronco hematopoiéticas. No entanto, esta terapia apresenta toxicidades elevadas, surgindo a necessidade da criação de novas terapias direcionadas com perfis de toxicidade mais baixos. Surge assim a terapia direcionada, esta inclui os inibidores da tirosina-cinase e as terapias biológicas, incluindo estas anticorpos monoclonais, anticorpos monoclonais conjugados com agentes citotóxicos ou toxinas, anticorpos biespecíficos e terapias com células T recetoras de antigénios quiméricos. Os inibidores da tirosina-cinase são fármacos que têm como principal alvo a leucemia linfoblástica aguda Ph+. Os anticorpos monoclonais abordados ao longo deste trabalho têm como principal alvo CD19, CD3, CD20 e CD22 e são maioritariamente eficazes em leucemia linfoblástica aguda das células B. Têm sido realizados diversos ensaios clínicos que avaliam a eficácia destas terapias tanto em monoterapia, como em combinação com agentes presentes em quimioterapia convencional, como em combinação com outras terapias direcionadas, e os resultados têm-se apresentado bastante promissores. Estas terapias, devido ao facto de serem direcionadas para o alvo apresentam melhores perfis de toxicidade em comparação com as terapias tradicionais. A continuação da realização de investigação nesta área é fundamental tal como a realização de novos ensaios clínicos de forma a avaliar a eficácia e segurança destas terapias a longo prazo.
    2023 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  6. 6

    A utilização de anticorpos na terapêutica antitumoral

    Publicação
    por Nogueira , João André Jorge
    Os anticorpos, mais propriamente os anticorpos monoclonais, pertencem a uma classe relativamente nova, sendo considerados uma estratégia bem sucedida no tratamento de diversos tumores sólidos e de neoplasias do foro hematológico. O seu desenvolvimento constitui um dos maiores avanços dos últimos anos e o sucesso na terapêutica envolve um processo complexo de conhecimentos científicos e avaliações pré-clínicas bem como uma compreensão profunda da biologia do cancro e das propriedades dos anticorpos. Em geral os anticorpos são administrados em combinação com quimioterapia e/ou radioterapia, embora nalgumas circunstâncias possam ser usados em monoterapia. Baseiam-se na capacidade de reconhecer antigénios específicos de tumores e induzir uma resposta imune contra as células malignas. Além disso, os anticorpos monoclonais podem ser modificados de forma a actuarem como portadores de radioisótopos ou agentes citotóxicos – anticorpos conjugados – ampliando o seu espectro de aplicação terapêutica. Anticorpos biespecíficos, isto é, anticorpos que reconhecem dois antigénios diferentes, também constituem uma estratégia eficaz. Os inúmeros ensaios clínicos que envolvem anticorpos também são de extrema relevância e poderão constituir, num futuro próximo, alternativas viáveis à radioterapia e quimioterapia, que estão associadas a reacções adversas e toxicidade significativas.
    2013 dissertação de mestrado Portugal acesso restrito
  7. 7

    Monitorização laboratorial de medicamentos biológicos

    Publicação
    por Martins, Raquel da Ressurreição Garcia
    A introdução dos medicamentos biológicos ocorreu nos anos 80, gerando um grande impacto na saúde por criar alternativas terapêuticas nalgumas doenças crónicas, designadamente a artrite reumatoide, a doença inflamatória intestinal, a psoríase, e a esclerose múltipla, permitindo o aumento da esperança média de vida e da qualidade de vida dos doentes. Esta classe de medicamentos derivados de uma fonte viva, produzidos por biotecnologia recombinante, demonstrou ser muito efectiva e inicialmente ser uma terapêutica praticamente incontestável. Mais tarde, surgem os primeiros estudos de monitorização laboratorial e clínica dos agentes biológicos que permitiram alertar para o facto de haver doentes que não apresentam resposta ao tratamento, isto é, apresentam uma resistência ao fármaco. Tal pode acontecer porque os doentes desenvolvem anticorpos anti-fármaco, por não terem níveis suficientes de medicamento, ou por não terem qualquer tipo de resposta inicial apesar de todos os parâmetros clínicos serem favoráveis. Sendo os medicamentos biológicos, a classe terapêutica mais dispendiosa para o Serviço Nacional de Saúde a nível hospitalar, o possível desenvolvimento de resistência torna-se um assim um problema para a utilização destes medicamentos, já que podem não ser efectivos e a sua utilização apresentar uma má relação custo-benefício. Esta monografia tem, portanto, como objectivo central sistematizar a informação que existe sobre os parâmetros clínicos a analisar, as possíveis causas de perda de resposta ao medicamento, bem como as estratégias a aplicar em cada doente, de acordo com o doseamento dos seus níveis séricos de medicamento e dos anticorpos anti-fármaco no seu soro.
    2015 dissertação de mestrado Portugal acesso restrito
  8. 8

    Medicamentos biológicos e esclerose múltipla

    Publicação
    por Cruz, Mariana Costa Águas da
    A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica autoimune que atinge o Sistema Nervoso Central (SNC), caracterizada por inflamação, desmielinização, gliose e neurodegeneração. Afecta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo o Mundo, surgindo frequentemente nos jovens adultos e com maior incidência no género feminino. A EM apresenta uma distribuição geográfica característica, com taxas de prevalência mais elevadas em territórios de alta latitude. Esta doença evolui habitualmente segundo determinados padrões clínicos, podendo adquirir um curso recidivante-remitente ou progressivo. Nos últimos 20 anos, tem-se assistido a um aumento do número de terapêuticas disponíveis para o tratamento da EM, tendo os medicamentos biológicos assumido um papel relevante nesta área. A primeira terapêutica modificadora da doença surgiu em 1993, com a aprovação do Inteferão-β-1b nos EUA, pela FDA. Este agente farmacológico veio revolucionar o paradigma terapêutico da EM, monstrando-se eficaz na prevenção de novos surtos e na diminuição da taxa de progressão da incapacidade. Actualmente, já estão também aprovados alguns anticorpos monoclonais, como o natalizumab e o alemtuzumab, indicados para doentes com EM forma surto-remissão. Novos fármacos continuam a ser estudados e investigados, com o intuito de se descobrir uma terapêutica que permita que os doentes tenham uma melhor qualidade de vida.
    2013 dissertação de mestrado Portugal acesso restrito
  9. 9

    Produção e purificação de anticorpos utilizando sistemas aquosos bifásicos constituídos por líquidos iónicos como adjuvantes

    Publicação
    por Capela, Emanuel Augusto Vieira
    Atualmente, os anticorpos monoclonais (mAbs) apresentam-se como a classe prevalente de proteínas recombinantes terapêuticas para o tratamento de diversas doenças, incluindo o cancro (ex: cancro da mama, leucemia e cancro da próstata), doenças autoimunes (artrite reumatoide e doença de Crohn), asma e doenças cardiovasculares e infeciosas. Embora o processamento a montante de mAbs, e em particular da imunoglobulina G (IgG), tenha vindo a melhorar consideravelmente ao longo dos últimos anos, o processamento a jusante não tem progredido a esse mesmo ritmo, sendo atualmente considerado a etapa limitante da produção de IgG. A plataforma estabelecida para a sua purificação compreende uma etapa primária de captura do anticorpo através de cromatografia de afinidade com proteína A, seguido de duas etapas cromatográficas subsequentes de purificação. Apesar de este ser o método predileto da indústria, existem limitações atuais decorrentes da utilização de cromatografia, nomeadamente os elevados custos associados ao processo e ainda limitações intrínsecas ao próprio ligando. Neste sentido, os sistemas aquosos bifásicos (SAB) apresentam-se como uma valiosa alternativa não-cromatográfica, permitindo a redução de custos e do número de etapas envolvidas no processo, comparativamente aos métodos convencionais. No entanto, os SAB tradicionais constituídos maioritariamente por sais e/ou polímeros têm-se mostrado pouco seletivos, resultando em baixos rendimentos e fatores de purificação. Por outro lado, os líquidos iónicos (LIs) são uma nova classe de solventes que permitem manipular a polaridade e afinidade das fases coexistentes através de uma escolha adequada da sua estrutura química. Apesar desta possibilidade, a sua aplicação na formação de SAB para a extração e purificação de IgG ainda não foi reportada na literatura. Assim sendo, neste trabalho estudaram-se vários LIs como adjuvantes, em várias concentrações, em SAB convencionais PEG/Fosfato e PEG/Dextrano, para a extração seletiva e posterior purificação de IgG diretamente de sobrenadantes de linhas celulares desenvolvidas a partir de ovário de hamster chinês (CHO). De acordo com os resultados obtidos, é possível constatar que a presença de LIs como adjuvantes permite manipular a polaridade e afinidade das fases coexistentes dos SAB, aumentando o seu potencial de extração para a IgG. Mais ainda, o sistema constituído por PEG 3350 + dextrano 500 kDa + H2O + 20% [C4mim]Br demonstrou-se extremamente promissor para a extração seletiva e posterior purificação de IgG, possibilitando a extração de IgG para a fase rica em PEG com um rendimento de 82% e com um grau de pureza de 64% em apenas uma etapa. Neste contexto, foi assim desenvolvida uma nova plataforma de extração e purificação de IgG diretamente a partir de sobrenadantes de culturas celulares CHO, sendo previsível a sua aplicação a larga escala.
    2016 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  10. 10

    ISBE Newsletter nº 56: Dados retrospectivos parecem indicar benefício do tocilizumab em doentes com COVID‐19 grave - A administração de tocilizumab parece ter benefício sobre a tax...

    Publicação
    por Carneiro, António Vaz
    Outros Autores: Neto, Susana
    O objectivo da Newsletter do Instituto de Saúde Baseado na Evidência (ISBE) é a disponibilização de informação sobre áreas relevantes para a prática clínica, baseada na melhor evidência científica. São localizados estudos relevantes e de alta qualidade, criticamente avaliados pela sua validade, importância dos resultados e aplicabilidade prática e resumidos numa óptica de suporte à decisão clínica. É dada prioridade aos estudos de causalidade – revisões sistemáticas, ensaios clínicos, estudos de coorte prospectivos/retrospectivos, estudos seccionais cruzados e caso‐controlo – incluindo‐se ainda, quando justificado, estudos qualitativos considerados de elevada qualidade metodológica e importância clínica.
    2020 outro Portugal acesso aberto