Search Results
Publication Catalog - All
- Showing 1 - 6 results of 6
-
1
Higher Education based on Angolanity: building a collective identity
Publicationby Batsikama, PatrícioThe university in Angola, as new experience, expects two preoccupations: (i) its implementation inside the norms universally accepted; (ii) looking for its identity for responding the necessities of Angolan social anatomy. The present article is a synthesis of an experimental research between 2008-2012. We think that one of the ways to build the Angolan State-nation can be aimed by Academic Studies. -
2
Literatura e história: as mulheres de Agualusa nos romances Nação Crioula e Estação das Chuvas
Publicationby Bergamo, Edvaldo AparecidoOrigin: OasisbrO presente artigo analisa comparativamente dois romances históricos contemporâneos do escritor angolano José Eduardo Agualusa: Nação crioula e Estação da chuvas. Para tanto, discute aspectos teóricos que envolvem os campos de conhecimento Literatura e História, colocando em destaque a pertinência e a importância de um gênero narrativo que ficcionaliza o passado-presente de Angola, por uma perspectiva pós-colonial, visto que as obras em questão figuram a trajetória de protagonistas femininas que também dão a ver impasses e contradições características da configuração da angolanidade. -
3
A tecedura da angolanidade no discurso literário de José Luandino Vieira
Publicationby Viana, Anderson LuizOrigin: OasisbrEste trabalho busca refletir sobre a construção da angolanidade e a manutenção do espírito utópico nas obras A verdadeira Vida de Domingos Xavier (1986), Nós, os do Makulusu (1977), o livros de contos A Cidade e a Infância (2007) e as estórias da obra Luuanda (2006) – todas do escritor angolano José Luandino Vieira. Buscando reimaginar um perfil cultural pautado na promoção do sentimento de pertença à terra, e no espírito utópico que alimentou o sujeito angolano no período próximo à descolonização política de Angola, a obra engajada de Luandino Vieira reconfigura imagens sociais e permite vislumbrar ações coletivas baseadas na conscientização da necessidade de uma ação política, em oposição ao esforço hegemônico do colonialismo português. As análises aqui feitas circularão em torno de três eixos principais: o elogio do espaço luandense como epítome de Angola, sua ecologia e simbolismos; a reelaboração da memória como fator motivador à ação e a não inércia do coletivo; o registro da fala quimbunda e da oralidade dos personagens representativos do povo dos musseques angolanos, resultando na reelaboração da língua usada no discurso literário, como proposta de resistência e provocação à hegemonia cultural da metrópole. As reflexões presentes neste trabalho visam a percorrer um recorte feito nas obras supracitadas, com o objetivo de detectar algumas das estratégias usadas pelo escritor para promover seu projeto de denúncia e motivação rumo à mudança social e política em seu país. Apontamentos de pensadores como Jean Paul Sartre, Frantz Fanon, Albert Memmi, Luís Kandjimbo, Andreas Huyssen, Ernst Bloch e Édouard Glissan, entre outros serão usados como sustentação teórica para as ponderações realizadas. -
4
António Jacinto, um obreiro da angolanidade
Publicationby Pascoal, Carlos GongaNeste trabalho abordamos António Jacinto (1924 – 1991) como um dos obreiros da angolanidade. Filho de pais portugueses, poeta, contista, nacionalista e político do Movimento Popular de Libertação de Angola, o escritor pertenceu ao grupo da jovem geração literária angolana de 48, que ficou conhecido como o Movimento dos Novos Intelectuais de Angola, cujo grito de renascimento da mãe-pátria é “Vamos descobrir Angola!”, no sentido de torná-la conhecida, de forma não exótica, aos olhos do mundo. Este movimento teve como veículo por excelência para transmissão do seu pensamento a revista Mensagem, na qual os seus proponentes anteveem a ruptura com a literatura colonial portuguesa. O estudo da angolanidade na obra jacintiana justifica-se tendo em conta a sua actualidade, pertinência e historicidade no campo da moderna literatura africana de língua portuguesa, especificamente angolana, pois permite um melhor conhecimento das várias faces da cultura tradicional angolana, no contexto adverso da colonização e do pós-independência de 1975. O estudo da angolanidade na obra jacintiana teve como escopo principal analisá-la nos textos poéticos e narrativos do autor, atentando no seu conteúdo social, etnológico, ideológico e literário, ambientando este escritor-texto-contexto no panorama da literatura angolana do seu tempo, tendo como base o carácter dinâmico do conceito de angolanidade. Para tal, fez-se, aprioristicamente, a leitura minuciosa da obra do autor; segundo, selecionaram-se os textos do autor que demonstram os aspectos característicos da angolanidade; terceiro, procedeu-se ao estudo bibliográfico do autor e, por fim, abordou-se, de forma comparativa, a angolanidade na obra jacintiana. Através do trabalho realizado, percebe-se que António Jacinto é um dos dignos obreiros da angolanidade, tendo em conta a diversidade de temas sobre a idiossincrasia da cultura tradicional bantu angolana. Em suma, a obra deste autor-contexto-povo é um convite para o conhecimento cultural, sociológico e antropológico da Angola profunda, desde o passado até a atualidade. -
5
Nação, nacionalidade e nacionalismo em Angola
Publicationby Cipriano, Patrício Batsîkama MampuyaConcebida pela elite cultural política, a angolanidade evoluiu no tempo, no espaço, e até hoje ainda tem o espectro plural dos propósitos de uma Angola inclusiva. Angolanidade apriorística, angolanidade rizomática e angolanidade aposterioristica, todas podem ser olhadas em duas vertentes: (i) culturalmente. Constrói-se e herda-se a cultura; o ‘cross-culture’ através de diálogo cultural e da competição das propostas culturais. (ii) politicamente. A democratização – que é a démarche metodológica para alcançar o Estadonação – é um processo contínuo, faseado e de difícil digestão social. O nacionalismo que forjou Angola em 1975 apresentou este país como um conjunto de vários Estados, proclamados pela FNLA, pelo MPLA e pela UNITA. Em 1992, começa o processo de normalização democrática, e serão realizadas três eleições, em 1992, 2008 e em 2012. Trata-se do período de reconhecimento. A nacionalidade angolana é, na verdade, o conjunto de ‘concepções’ que vários grupos societários angolanos, por um lado, definem seus modos de ‘pertença’. E, por outo, a noção jurídica importada de ‘ocidente’, que instala a nova dimensão de se ‘pertencer a um país/Estado’. Durante todo o processo do protonacionalismo, as angolanidades (aposteriorística, rizomática e angolanitude) idealizaram os critérios de ‘Ser angolano’, partindo de uma diversidade, quanto à sua juridicidade. As ‘nações patrimoniais’, que precederam o projecto de Angola, ainda permaneceram enquanto ‘grupos socioculturais’ detentores de ‘terras históricas’: Ambûndu, Côkwe, Kôngo, !Kung, Lûnda, Umbûndu, etc. O diálogo destas ‘terras históricas’ na integridade territorial de Angola resulta no diálogo permanente entre as instituições que suportam e validam estas ‘nações patrimoniais’, assim como o Estado angolano. Tal diálogo congrega as partes, consolida um Estado-nação angolano inclusivo e proporciona as bases do desenvolvimento humano, dentro da justiça social. -
6
Angola: Deslocamentos Narrativos em Uanhenga Xitu e Moisés Mbambi
Publicationby Sakukuma, Alexandre Lucas SelomboOrigin: Repositório Institucional da UNLA afirmação da literatura angolana foi resultado de um longo e complexo processo de emancipação, que exigiu dos seus cultores, no quadro das tradições orais, o recurso às culturas e às línguas locais, e não só. Fitos nesse processo, debruçamo-nos sobre: Angola: deslocamentos narrativos em Uanhenga Xitu e Moisés Mbambi, com os propósitos de identificar o diálogo que ambos estabelecem com as culturas e as línguas locais, entender como se afastam da visão e tratamento dado pelo colonizador a esses bens imateriais e perceber como estas obras participam do continuum processo de sedimentação da literatura angolana. Por meio de uma análise crítica, bibliográfica e entrevista trabalhamos com os livros “Mestre Tomoda e outros contos” de Uanhenga Xitu, e "Cenas do Feitiço" de Moisés Mbambi e concluímos que ambos foram tecidos deliberadamente de, e com, os fios que compõem o mosaico multilinguistico - cultural de Angola e se alinham ao projeto de reforço da identidade cultural e linguística de Angola, por via literária.
Search Tools:
Refine Results
Page will reload when a filter is selected or excluded.- Angolanidade 6 results 6
- Angolanity
- Angola 2 results 2
- Angolan literature 2 results 2
- Literatura angolana 2 results 2
- Agualusa’s novel 1 results 1
- Angolanité 1 results 1
- António Jacinto 1 results 1
- Bilingualism / Multilingualism 1 results 1
- Bilinguismo/Multilinguismo 1 results 1
- CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS 1 results 1
- Colonialism 1 results 1
- Colonialismo 1 results 1
- Colonização portuguesa 1 results 1
- Cultural exaltation and resistance 1 results 1
- Deslocamento Narrativo 1 results 1
- Engagement 1 results 1
- Engajamento 1 results 1
- Ensino Superior 1 results 1
- Estado-nação 1 results 1
- Exaltação e resistência cultural 1 results 1
- Female characters 1 results 1
- Humanidades::Artes 1 results 1
- Literatura e história 1 results 1
- Literature and history 1 results 1
- Luandino Vieira 1 results 1
- Multiculturalism 1 results 1
- Multiculturalismo 1 results 1
- Nacionalidade 1 results 1
- Nacionalism 1 results 1
- see all…