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    Atelier Up Flat Remodelações

    Publicação
    por Sousa, Patrícia Dionísio de
    O presente relatório representa o culminar de um longo caminho e tem como principal objetivo relatar a experiência profissional da aluna Patrícia Sousa no estágio curricular, no Atelier Upflat, no período decorrido entre 14 de Fevereiro e 16 Outubro de 2017. A opção de realizar o estágio, que deu origem a este relatório, decorreu do facto de estar entre as visões delineadas no plano de estudos da ESAD mas acima de tudo por acreditarmos que iria permitir uma aprendizagem efetiva, dado que são áreas de conhecimento que se complementam. Este relatório é composto por uma introdução, cinco capítulos e uma reflexão final. Na introdução será descrita a estrutura do relatório e a importância da sua elaboração. Ao longo dos cinco capítulos é apresentada uma súmula da pesquisa efetuada para contextualizar e levar a cabo o desenvolvimento dos projetos, efetuados no Bairro de Alvalade, realizados durante o período de estágio. Por último, nas considerações finais, são apresentados os principais objetivos alcançados ao longo do estágio, bem como uma reflexão sobre toda a prática, evidenciando os benefícios e as limitações sentidas.
    2018 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  2. 2

    Análise à viabilidade financeira de um investimento em painéis fotovoltaicos no mercado de Alvalade

    Publicação
    por Jordão, Vasco Manuel Dias Pinto
    O presente estudo foi desenvolvido no âmbito do Mestrado de Contabilidade, Fiscalidade e Finanças Empresariais do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG). O mesmo tem como propósito analisar a viabilidade económico-financeira do investimento em painéis solares para o mercado de Alvalade, cujo sistema de produção de energia fotovoltaica foi instalado em fevereiro de 2022. O investimento realizado pela Junta de Freguesia de Alvalade (JFA) tem como objetivo apoiar a descarbonização da eletricidade. Por ser turno, este projeto favorece o cumprimento de metas internacionais, como o Sustainable Development Goal 7 (SDG 7) criado pela Organização das Nações Unidas, e nacionais, como as estabelecidas no Plano Nacional de Energia e Clima de 2030 (PNEC 2030), pelo Governo Português. Numa primeira instância, foi necessário efetuar um enquadramento da tecnologia fotovoltaica e contextualizar a mesma no atual ambiente económico, social, cultural, legal e político. Tais ambientes, à data de realização deste trabalho, encontram-se afetados pelos efeitos da Covid-19 e ainda pelos efeitos da Guerra na Ucrânia. Para efetuar a análise financeira foram utilizados diversos dados, obtidos através da JFA e de entidades envolvidas na comercialização de serviços relativos a sistemas de produção de energia fotovoltaica (SPEF). Elementos como as faturas de consumo de eletricidade e o contrato de aquisição do SPEF foram o ponto de partida para a elaboração da análise financeira do investimento. Os resultados previsionais obtidos são bastante positivos em qualquer um dos cenários de vida útil e de inflação estabelecidos. Em todos os cenários, o projeto apresenta um Valor Acrescentado Líquido (VAL) positivo e uma Taxa Interna de Rendibilidade (TIR) superior à taxa de atualização. O investimento apresenta ainda um Período de Recuperação do Investimento (PRI) de 3.75 anos, o Levelized Cost of Energy (LCOE) é de 0.0372€/kWh nos cenários de 25 anos de vida útil, enqanto que nos cenários a 15 anos é de 0.0500€/kW. Esta unidade de produção de energia apresenta um Capcity Factor de 15%.
    2022 dissertação de mestrado Portugal acesso aberto
  3. 3

    94 Os bairros vistos pelos seus residentes

    Publicação
    por Ramalhete, Filipa
    Outros Autores: Neves, Bruno
    Os bairros projetam-se na sua componente espacial, temporal e urbanística. Neste estudo será enfatizada, sobretudo, a componente social, através da inquirição da população que neles reside e que os utiliza, vivencia e representa. Na abordagem a esta componente é fundamental procurar perceber o bairro como um espaço físico, na sua componente histórica e urbanística, mas também enquanto espaço que configura práticas sociais. Embora já existam alguns trabalhos de vulto sobre esta temática, sempre subsistem questões passíveis de outros desenvolvimentos. Neste texto apresenta-se a análise dos dados e algumas conclusões e reflexões sobre o bairro na Lisboa do século XXI.
    2014 artigo Portugal acesso aberto
  4. 4

    Os ("meus") antigos cinemas de Lisboa

    Publicação
    por Batista, Paulo
    O tempo não pára e tem sido impiedoso com os antigos cinemas de Lisboa. A memória de um passado glorioso foi substituída pela pequenez do presente, num futuro que, cada vez mais, parece incerto. Ir ao cinema é, em 2020, algo de profundamente diferente quando comparado com o início dos anos 80 do século passado. Quase tudo mudou. Com exceção de algumas salas que ainda continuam em atividade, a grande maioria viu o seu espaço transformado para outros fins, que nada têm a ver com a sua função inicial (bancos, supermercados, lojas de roupa, locais de culto, etc.), ou encontram-se abandonadas, quantas vezes em ruínas. De facto, na atualidade, o cinema é quase exclusivamente disponibilizado ao público em grandes superfícies comerciais, nas salas de cinema multiplex - os cinemas com mais de uma sala - que chegaram em força com os shoppings ou centros comerciais, à semelhança de qualquer outro produto de consumo disponibilizado nos mesmos. Este fenómeno, verificado a partir do começo da década de 80 do século XX, ajuda a explicar o acelerado desaparecimento das salas clássicas, de rua, onde apenas se vai, ou ia, ao cinema, já que, por regra, hoje as pessoas não saem de casa apenas por essa razão. Na verdade, quase parece que agora se vai ao cinema depois das compras e do jantar, mas sempre, ou quase, em grandes centros comerciais, verdadeiras “cidades dentro da cidade”, considerando os serviços e espaços de lazer que agregam, a que se juntam as facilidades de estacionamento.
    2020 artigo Portugal acesso aberto