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  1. 1

    Efeitos dos edulcorantes na microbiota intestinal: uma revisão de literatura

    Publication
    by Silva, Jakeline Batista da
    Origin: Oasisbr
    Submitted by Luana Sampaio (luana.barroso@ucb.br) on 2018-04-03T12:54:54Z No. of bitstreams: 1 JakelineBatistadaSivaTCCGraduacao2017.pdf: 483164 bytes, checksum: 82579bb949e2c58a833a8a7f26faa987 (MD5)
    2018 article Brazil open access
  2. 2

    Efeitos da exposição crônica a adoçantes artificiais durante a gestação sobre o desenvolvimento, metabolismo energético e parâmetros comportamentais de ratos na vida adulta

    Publication
    by Toigo, Eduardo von Poser
    Origin: Oasisbr
    Ao longo das últimas décadas tem se verificado um aumento concomitante no consumo de adoçantes artificias e na epidemia da obesidade. Adicionalmente ao seu disseminado uso em bebidas dietéticas, os adoçantes artificias são utilizados em milhares de outros produtos, desde comidas congeladas, iogurtes até papinhas para bebês. Apesar de ser muito utilizado por pessoas que visam um estilo de vida mais saudável, vários estudos têm demonstrado que o consumo de adoçantes artificiais pode levar a ganho de peso e ao desenvolvimento de diversas alterações metabólicas enquadradas dentro da síndrome metabólica. Por outro lado, o número de estudos avaliando os efeitos do consumo materno de adoçantes artificiais não calóricos sobre o metabolismo dos filhotes ao longo de sua vida são quase inexistentes. Na primeira parte dessa tese verificamos que a exposição intrauterina a aspartame e sacarina, dois adoçantes artificiais não calóricos, interferiu no metabolismo dos animais quando adultos, sendo que o aspartame apresentou efeitos mais pronunciados. Demonstrou-se que os animais expostos ao aspartame durante o período pré-natal apresentaram um maior consumo de alimentos doces durante a idade adulta e que eles estavam mais suscetíveis a alterações metabólicas, apresentando níveis aumentados de glicose, LDL e triglicerídeos. Na segunda fase deste trabalho, verificou-se que os machos expostos ao aspartame apresentaram aumento nos níveis de leptina, um hormônio secretado por adipócitos e conhecidamente envolvido no controle do metabolismo energético. Concomitantemente, esses animais apresentaram uma diminuição em receptores hipotalâmicos envolvidos na via de sinalização da insulina. Os resultados encontrados nessa tese vão de encontro com a literatura, que também tem verificado efeitos mais expressivos dos adoçantes artificiais sobre os machos. Analisando-se em conjunto, os dados encontrados nessa tese sugerem que o consumo de adoçantes artificiais, especialmente o aspartame, durante a gravidez pode levar a efeitos deletérios ao filhote no longo prazo, sendo um fator de risco para o desenvolvimento de resistência à insulina e aumentando a susceptibilidade ao desenvolvimento de desordens metabólicas na idade adulta.
    2016 doctoral thesis Brazil open access
  3. 3

    Efeitos do adoçante dietético (aspartame) e da sacarose no peso corporal e na ingestão calórica de ratos wistar

    Publication
    by Reis, Cíntia
    Origin: Oasisbr
    A substituição da sacarose por adoçantes artificiais (ADs) com o objetivo de controle do peso corporal não é consenso entre os pesquisadores. Nos últimos anos, o uso de ADs, como o aspartame, tem sido associado ao aumento da sensação de fome e/ou da ingestão alimentar. Para determinar se o uso do aspartame ou da sacarose pode ter efeito sobre o peso corporal e a ingestão calórica foram realizados dois experimentos. No primeiro, ratos adultos machos Wistar (n=16) com peso inicial médio de 200-300g foram distribuídos em quatro grupos (n=4/grupo) e receberam ração e água ad libitum além das seguintes dietas: C1 (controle - ração e água ad libitum); C2 (controle iogurte – 30mL/dia de iogurte natural puro); Sacarose (30mL/dia de iogurte com sacarose 20%) e Aspartame (30mL/dia de iogurte com aspartame 0,4%). Os animais foram acompanhados durante 12 semanas na fase de intervenção e mais 9 semanas a fim de estudar possível reversibilidade do ganho de peso. O controle semanal do peso; e, o controle diário da ingestão da dieta e da ração realizou-se através de balança de precisão. O aspartame promoveu maior ganho de peso que a sacarose (9ª e 10ª semana) (p<.05) e que C1 (1ª-10ª semana) (p<.05). A sacarose teve menor consumo de ração que C1 e C2 (p<.05) e menor velocidade de ganho de peso (p=.03) comparado a C2. A fim de aumentar o poder do estudo foi realizado um segundo experimento (n=40) com exposição às dietas durante 12 semanas. O aspartame promoveu maior ganho de peso, consumo calórico total, de ração comparado à sacarose, e foi semelhante a C2. O grupo sacarose consumiu menos ração que o grupo aspartame, C1 e C2(p<.05). Os animais que não consumiram 70% da dieta foram excluídos. Para a análise dos dados foi utilizada ANOVA one way e o teste complementar de Fisher (p<.05). Os resultados indicam que há efeitos significativos da sacarose e do aspartame sobre o peso corporal e a ingestão calórica. Enquanto que o aspartame se comportou de maneira semelhante a C2, a sacarose pareceu fornecer maior saciedade, levando a menor consumo calórico e menor ganho de peso corporal. Outros estudos são necessários para esclarecer os mecanismos metabólicos e/ou hipotalâmicos envolvidos no efeito da sacarose.
    2010 master thesis Brazil open access